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Formandos em Agronegócio comemoram diploma e deixam mensagem para ingressantes no curso em março deste ano

Encarar a sala de aula novamente, aos 59 anos, não foi desafio para Aciomara de Sousa Coutinho, mas ela reconhece o esforço para chegar onde chegou. Junto com as 5 irmãs, ela tem se dedicado à atividade rural para tornar o negócio da família mais rentável e sustentável, com foco na horticultura e bovinocultura; essa última, por causa da dinâmica geográfica favorável da região de Moeda, onde fica a propriedade delas.

“Apesar da idade, acho que posso ser produtiva, então fui bastante incentivada pelos filhos a dar esse novo passo, mas é preciso muita dedicação para ir até o fim e manter o bom desempenho nas disciplinas. De toda forma, como curso é voltado para gestão, não tive dificuldades porque está interligado com minha experiência profissional em Contábeis. Pretendo aplicar técnicas de gestão e de desenvolvimento de negócios rurais responsáveis e sustentáveis e compartilhar o que aprendi sobre comercialização para melhoria de todos os nossos processos. Já acolhes o programa de merenda escolar, participamos de chamada pública atendermos escola estadual e existe, também, uma demanda do Programa de Aquisição de Alimentos, para apoio à comunidade de Brumadinho, após o rompimento da barragem”, contou Aciomara, enquanto aguardava o início da solenidade de Colação de Grau oficial, do curso Técnico em Agronegócio do Sistema Faemg / Senar Minas, que aconteceu no dia 15, no auditório do UNIFEMM, um dos polos de apoio presencial do curso. “Quem está iniciando o curso, vai encontrar um campo fértil”, concluiu a formanda.

José Maurício Kfouri, aluno do polo Uniceasa em Contagem, é consultor na área rural. Ele elogiou o conteúdo técnico do curso, o material didático, os professores e instrutores. “O curso é muito bom e eu indico de olhos fechados. Várias habilidades são desenvolvidas ao longo desses 2 anos”. Aos novos alunos que escolheram o agronegócio e começaram o período letivo esse ano, José Maurício deixa um conselho para que “levem o curso a sério pois ele é bastante dinâmico, fiquem atentos para não perder os prazos e dediquem-se aos estudos porque a área é promissora e requer muita capacidade de análise”.    

A líder de turma, Isabela Marques Nazinazeno aposta no empreendedorismo, criatividade e criação de startups para os principais gargalos do setor. “Se você compreende a logística da base da economia do país, você é capaz de entender qualquer negócio, mas não é só isso. O mercado necessita muito de profissionais de coração e mente abertas para novas ideias, visão empreendedora e capazes de identificar novas possibilidades para as questões mais emergentes”, explicou Isabela, que teve como tema de Trabalho de Conclusão de Curso “O futuro da agroecologia urbana e como a tecnologia irá impactar o negócio brasileiro”.

De acordo com o superintendente do Senar Minas, Christiano Nascif, o estado se destaca por toda sua trajetória e competência no agronegócio, mas a história para os novos profissionais está só começando. “Não tenho dúvidas de que o Sistema Faemg / Senar Minas, juntamente com o UNIFEMM e o Sindicato dos Produtores Rurais, que também acreditam na educação como transformadora da realidade social, foram e são fundamentais para comemorarmos hoje, essa conquista. “Está nas mãos de vocês um futuro melhor, mais competitivo para o agronegócio mineiro e brasileiro. Quando apostamos em um curso como esse, estamos apostando em profissionais com competências multidisciplinares, comprometidos com o equilíbrio da cadeia entre consumidor, produtor e indústria”.

Para o reitor do UNIFEMM, Dr. Antônio Fernandino de Castro Bahia Filho, o Brasil se tornou essa potência que chamamos de agronegócio e, de um tempo pra cá, o desafio da produção utilizando tecnologia brasileira mudou para o desafio da sustentabilidade, rastreabilidade, segurança alimentar e barreiras de ordem comercial. "Mas, de todos eles, há um fundamental, pois, envolve os demais: o desafio da gestão. Vocês, portanto, que entram nesse ambiente extremamente competitivo onde o "fazer mais com menos" se torna imperativo. Tenho certeza que foram muito bem preparados para transformar os problemas mais emergentes em soluções inovadoras para o agronegócio brasileiro", disse o reitor, aos formandos. 

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